
De algum lugar, 02 de Julho de 2010
Olá,
Como vai? Espero que bem. Você nunca quis saber, mas estou bem... existindo, eu acho.
Sempre lembro de você. Mentira! Não é sempre, mas com uma frequência absurda, - tá, isso quer dizer sempre - é que "trago, fechado no peito, um baú de guardados..."¹alguns são bons, outros nem tanto.
Era cética em relação ao amor antes de te conhecer. Agora o que sei é que só se ama uma vez. E tudo depois de você... juras falsas, mentiras e "hipoteses-de-eros".
Fico inventando esperança, remoendo lembranças, porque embora os atos negassem, nunca duvidei do seu amor. Ainda é estranho pensar nos caminhos que você escolheu e os motivos... tento não pensar... já não há mais tempo pra isso. Sobrevivi a tudo que este amor desmedido impôs. O que restou de nós? Apenas as lembranças e as dores também... No fim sei o que restou de mim, e "não é tão simples".
O que eu queria mesmo dizer é que sinto saudades.
Beijos,
1Alice Ruiz