domingo, 4 de setembro de 2011

"I died a hundred times"

Eu poderia me reinventar contando como me senti nos últimos meses, mas até pra isso me falta força. O mundo brigou comigo e ele nem liga se eu revidar, me deu as costas e bateu a porta. Ele nunca ouviu lamentos, sempre se fez de surdo, enquanto eu me debatia,agoniza,chorava e morria.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Estou inclinada a obviedades, fruto das dores de amores.
É um vazio no peito, é choro, é lamento...as vezes é revolta e nessa hora que razão me toma e percebo que não há nada que possa fazer. Sim, meu caro, gostaria de ter o poder de mudar, fazer com quem não me ama amar e não amar a quem ama. Avisei que estava propensa a obviedades. Sinto-me perdida, desiludida, fruto das dores de amores. Sei que só é preciso paciência, que o tempo há de apagar qualquer sofrimento físico, moral e toda magoa. Temo perder o rumo. Não sei se a decepção com o amor - que julgava maior e resistente a fenômenos naturais e até o mais poderoso deles: o tempo - me tornará incapaz de amar... penso que não, se esse amor sucumbiu por tão pouco, não devia ser tão grande e especial quanto considerava, e se todos no mundo tem sua cota de amor maior, o meu ainda está por vir.
Sinto o cheiro de boas novas, apesar da dor latente. Dada a obviedades, fruto das dores de amores.

30/01/2011
Só agora entendo o ditado: “cuidado com o que desejas”.
E lá razão maior tinha o filosofo que dizia: o desejo é a causa de todo sofrimento, por sua cadeia perpetua de aspirações sem fim. Antes saber que estavas bem me bastava, agora, no desejar sem fim, quero o impossível .
Senhor, “arreda de eu” qualquer suspiro de desejos.